segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Alemão espancado por agentes infiltrados afinal não era procurado pela Interpol

O "perigoso anarquista procurado pela Interpol", espancado e sequestrado por agentes infiltrados, agitadores da manifestação de 24 de Novembro, afinal não era procurado pela Interpol!

Não aticem o fogo com dinheiro dos meus impostos!

Parabéns ao pessoal do 5dias que tem feito o serviço público que a maioria dos meios de comunicação tarda em fazer, transmitindo apenas um dos lados da história, o da polícia e do governo, que, como podem ver, está muito mal contada:

(Imagens das manifestações de 24 de Novembro e 15 de Outubro com a exposição dos elementos policiais infiltrados que promoveram a agitação. Ao minuto 4:20, vejam como um deles abana violentamente uma grade à qual estavam agarradas algumas crianças .)

Polícia, política

Os (des)mandos da polícia, os infiltrados e os agitadores, no dia da Greve Geral.

O avanço da criminalização da contestação social e os sintomas do fim do regime democrático.

Ouve aqui na íntegra a análise semanal da Raquel Freire na Antena 1:
Antena 1 | Este tempo - 29-11-2011 | Raquel Freire



E se gostaste, faz como eu, envia a tua mensagem de apoio para o Provedor do Ouvinte, através deste link: http://tv0.rtp.pt/wportal/grupo/provedor_ouvinte/enviarmensagem.php

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Eu escrevi isto:
Caro Provedor do Ouvinte
Exm.º Sr. Mário Figueiredo

Como público atento da Antena 1, é meu prazer diário acordar para as crónicas matinais do programa Este Tempo, de Ricardo Alexandre, mas é-o especialmente nas manhãs de terça-feira, em que a cronista é a cineasta e activista Raquel Freire.

Sou cidadão preocupado deste país e todos os dias vejo o estreito meio do acesso aos média reduzido e tomado por uma corrente única de opinião. A voz de Raquel Freire é um tom dissonante precioso e indispensável no serviço público de rádio que tanto nos interessa preservar num país que se quer democrático.

Ciente de que existem algumas vozes que fazem questão de manifestar semanalmente o seu desagrado com a liberdade e a coragem com que a cronista partilha informações e reflexões inestimáveis, evito cair no antigo vício português do silêncio e venho por esta agradecer-lhe, como interlocutor privilegiado da Rádio Difusão Portuguesa, por nos proporcionar estes minutos semanais de excelente serviço público. E apelar-lhe a que contribua para que assim permaneçam.

Atentamente,
 
João Labrincha

“O que estamos a viver parece um filme de terror mas é real.”

O comentário corajoso e a verdade dos factos, pela grande realizadora e grande amiga, Raquel Freire, sobre “O Padrinho”, filme de 1972, comparado com os filmes da realidade em 2011.


“Como um grupo de mafiosos muito ricos criam bancos e fazem uma economia de casino, comprando políticos corruptos para conseguirem mais poder e mais riquezas, (…) decidiu enriquecer à custa do resto da população, com a desculpa de que é uma crise.”


Ouve na íntegra aqui: ESTE TEMPO – Raquel Freire – 2011-11-08 – Antena 1


Periclitâncias

"Só espero que consigamos manter isto sob controle depois da polícia ficar a saber que também lhes vamos roubar a reforma!"

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Isso é relativo...



Nunca como agora compreendi tão bem porque chamam a esta a era do Relativismo.
Antigamente, como agora, nada era exactamente o que parecia. E o que parecia ser, muitas vezes, não o era. Mas será que, no entanto, sempre o foi encapotadamente?
E se vivemos hoje mais apáticos, numa generalizada anomia social, nem por isso acho que vivamos "filosoficamente" pior do que as gerações anteriores. Todas elas são marcadas por difíceis transições, por batalhas complexas e, agora como nunca, cada vez mais interdependentes, globais e relativas.
Se o Relativismo tem inconvenientes, incita ao individualismo, afasta-nos (aparentemente) da essência e parece confundir-nos com intermináveis brain-stormings acerca de tudo, ao mesmo tempo, tem (creio) como vontade intrínseca clarificar e atribuir verdade aos nossos actos e relações.
Há quem diga que as coisas já não são o que eram.
Eu, mais que tudo, continuo a achar que elas aparentavam ser algo que não eram...
Agora, simplesmente nos adaptamos à realidade no seu infinito relativismo. E isso assusta-nos!
Precisamos de perder esse medo, reflectir as mudanças e aplicá-las na prática, ao nosso quotidiano. Porque afinal esta é só mais uma mudança natural. Felizmente, menos mística e obscura que as anteriores, e portanto, mais humana. Para o bem e para o mal.
Criar, recriar, reciclar conceitos, numa época despojada de paradoxos estanques, é a hercúlea tarefa a ser cumprida pela minha geração.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

SIMUE errata

Afinal o site a que devem aceder para terem + informações sobre a SIMUE é o seguinte: http://simue2008.cipric.org/

Inscrevam-se! Eu fá-lo-ia se pudesse!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Clarividêncio, Chá e Incenso

Eu nasci assim
Eu cresci assim
E sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
(...)
Eu sou sempre igual
Não desejo o mal
Amo o natural
Etc. e tal.....

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

SIMUE

Não podia deixar de divulgar a próxima iniciativa do CIPRIC:
A primeira Simulação da união Europeia para estudantes universitários em Portugal.
De 17 a 20 de Março na FEUC.
É um orgulho ter estado no germinar desta ideia e vê-la tornar-se real pelas mãos dos novos órgãos do CIPRIC. Só posso dar os mais sinceros parabéns à equipa e desejar a continuação de um bom trabalho.

(para mais info carregar na imagem)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Pacheco Pacheco


O libertino, escritor-maldito, surrealista, neo-abjeccionista, mas acima de tudo, homem sem títulos, Luiz Pacheco, faleceu!

Editor-visionário de nomes maiores do surrealismo português que, com parcos recursos materiais, tanto ajudou a cultivar os espíritos deste seu país de contrastes (tão contrastante como ele próprio) sucumbiu à morte, elemento por ele apregoado como facto constante da vida.

Terminou a sua vida física mas não terminará a sua obra. Quem sabe até se, como tão habitualmente acontece por estas paragens, o reconhecimento pelos seus feitos literários não virá agora em força de moda?

Que se lhe façam estátuas, que se lhe dêem nomes de ruas, de praças... De vielas, quem sabe? É indiferente! Mas que lhe reconheçam o mérito, lendo-o! Caso contrário, perder-se-á a memória de um dos nomes maiores da nossa literatura, como referia o Público, o primeiro escritor português de si próprio.
Leia-se Luiz Pacheco!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Mayra Andrade

Dia 21 de Janeiro em Leiria, 22 de Fevereiro em Torres Novas, 24 em Lisboa e 2 de Março na Casa da Música no Porto.



site oficial - http://www.mayra-andrade.com/

domingo, 6 de janeiro de 2008

"Primeiro estranha-se, depois entranha-se!"

Já dizia o Pessoa ao falar da Coca-Cola.
Mas depois veio o tiraninho e foi-se a bebida do demo.
Na história, a maioria do que parte, regressa!
Tiraninhos e bebidas com gás é o que p'rai não falta!

sábado, 10 de junho de 2006

Quem ganha com as perdas timorenses?

Numa altura em que os rendimentos provenientes do petróleo timorense se preparavam para ser integrados no orçamento estatal, tendo em vista um bem estruturado programa de combate à pobreza, de investimento na saúde e no bem-estar da população daquele que é um dos mais pobres países da Ásia, estala a violência no secularmente martirizado território de Timor Lorosae.
As notícias dão conta de supostos ?conflitos étnicos? dentro das forças armadas mas, a 25 de Maio, dia em que se atingiu um pico de violência só comparável ao de 1999, com nove mortos nas forças policiais timorenses e diversos feridos civis (timorenses e estrangeiros), não há registo da actuação do exército nas ruas de Dili.
Pela primeira vez, o novo Estado asiático vê-se confrontado com uma ameaça vinda do seu interior... Pelo menos, a parte visível dessa ameaça...

O inimigo está, pela primeira vez em séculos de história, dentro do próprio território e há notícias que indicam até um posicionamento de guerrilhas nas históricas montanhas de Timor-Leste, preparando-se para tempos de instabilidade que se afiguram como cada vez mais previsíveis.

A Austrália foi a primeira a responder (antes até de ser requisitada a sua intervenção) com o posicionamento de elementos da sua Marinha ao largo de Dili. E Portugal, a Nova Zelândia e a Malásia enviaram já forças militares e para-militares para controlar uma situação que o Presidente Xanana Gusmão admite ser já incontrolável apenas com os meios internos.



O conflito institucional torna-se finalmente visível também neste mesmo dia 25, quando o Presidente da República admite estar a tomar o controlo da Segurança Nacional. O Primeiro-Ministro Mari Alkatiri nega essa situação, alegando que, para que tal aconteça, o Parlamento e o Governo têm que ser auscultados antecipadamente, coisa que não terá acontecido. A jovem democracia parece estar a oscilar precisamente nos seus pilares mais fundamentais.

Os elevadíssimos níveis de desemprego e a pobreza extrema pareciam ser passageiros (aos olhos do mundo e na esperança da ONU), tendo em vista o esperado investimento estrangeiro e, acima de tudo, o rendimento obtido com a exploração dos recursos naturais do subsolo marinho. Os maiores beneficiados seriam precisamente o povo timorense, em toda a sua diversidade étnica e religiosa. Foram dados importantes passos na reconciliação nacional com vista a que isso fosse uma realidade. Tendo isto em conta, a quem realmente interessa a destabilização?



O clima de violência trará uma enorme quebra no investimento estrangeiro e impossibilitará, indubitavelmente, a equitativa distribuição da riqueza pela totalidade da população... Mas, com certeza, aumentará a necessidade de compra de armas no território... Certamente uma maior parte do orçamento governamental terá que ser gasto em segurança, na ?re-re-reconstrução? daquilo que voltar a ser destruído pela onda de violência... E no entanto, não parece haver qualquer tipo de dúvida de que os lucros das entidades externas que exploram as reservas petrolíferas se manterão estáveis e com tendência a aumentar...

Neste quadro, a quem interessará o clima de instabilidade e violência instalados? Na minha óptica, ao povo timorense não será certamente!
O meu sincero desejo é de que não se repita o sucedido na Nigéria, no Iraque ou noutros países onde a maior riqueza que lhes poderia ser ?concedida? se transformou na sua maior desgraça. Timor é o exemplo perfeito de como urge uma aprendizagem com os erros da história para que esta não se repita nas suas formas mais abomináveis.



Portugal e a restante comunidade internacional continuam a acreditar nesta jovem democracia. As forças obscuras que se movem por detrás desta conjuntura não podem sair vencedoras. Quem perderá com isso não serão só os timorenses, seremos, mais uma vez, todos Nós!

quarta-feira, 15 de março de 2006

Fundamentalismo e Hipocrisia (ou "O Choque de Ignorâncias")

Numa época de grande afirmação das virtudes da civilização Ocidental, mais como forma de menosprezar, comparativamente, as outras civilizações do que o resultado de um amor próprio pelos valores que estão reconhecidamente degradados ou, pelo menos, extremamente mutados por diversos fenómenos internos como o Holocausto Nazi, as enúmeras guerras, as diversas atrocidades e ataques em massa aos direitos mais fundamentais dos indivíduos, todos estes praticados no seio da dita "civilização mais civilizada". Ainda assim, muitos cristãos, eu diria, fundamentalistas se insurgem alegando existir uma pressão do lado islâmico para que nos seja restringida a liberdade de expressão. "Deste lado da barricada" vemos ministros de Estados democráticos levarem à televisão t-shirts com os polémicos cartoons, numa demonstração de força, de superioridade incitadora de mais ódios, revelando assim uma total ignorância daquilo que representa a totalidade do Mundo Islâmico (que não é só o Bin Laden ou a elite que governa o Irão, são as pessoas, os povos, as famílias que, tal como nós consideramos uma aberração os crimes perpetrados pelos Nazis, também eles não se sentem minimamente representadas pelos grupos terroristas. Pelo contrário, muitos demonstram um sentimento de vergonha que é facilmente comparável à sentida pelos filhos dos antigos guardas das SS nazis).

Muitos ainda invocam um passado comum, um legado histórico europeu e eurocêntrico que nos define e nos distingue dos "outros", que nos atribui (quase teológicamente) superioridade. E passam a "recitar": Somos a civilização da democracia, da liberdade de pensamento e expressão para todos os homens (ideia com raízes na Grécia antiga), da Cristandade (espalhada e adulterada pelos Romanos, entre outros), da liberdade, igualdade e fraternidade francesas... São estas as nossas bases civilizacionais. São o chão, as paredes e o "telhado" em que nos abrigamos. O problema está em este "telhado" ser de vidro e nós estarmos a atirar pedras ao do vizinho.



Senão vejamos, dos gregos clássicos muita hipocrisia herdámos, muito machismo e, mais que tudo, a aceitação da subjugação/escravatura como um facto natural da vida. Mas estes não deixaram também de nos legar muitas coisas boas, e estas sim, na minha opinião, mereceriam ser objecto de reflexão, reformulação (actualização) e consequente integração nos diversos quadrantes da sociedade Ocidental, nomeadamente, exércitos mais de legítima defesa do que de ataque e com uma coesão impar. Entre outras virtudes reconhecidas à demokratia grega, destacaria o comunitarismo, o respeito e valorização dos anciãos como contribuintes válidos e valiosos para a sociedade, a aceitação do carácter naturalmente inato da(s) sexualidade(s) e o poder efectivo e saudável dos centros de decisão locais, próximos dos cidadãos das polis. Vendo bem, são raras as comunidades ocidentais actuais conhecidas por terem dado estes saltos civilizacionais [ou deveria antes dizer, este regresso ao passado?]. Estaremos ainda a sofrer do trauma da Idade Média? Da Inquisição? Do Terramoto de Lisboa? Será ainda o medo do implodido comunismo? Ou será pura hipocrisia?!?)

Os romanos trouxeram-nos um pouco de tudo.. Ou antes, um pouco exageradamente de tudo: Do melhor e do pior. Sejam as técnicas de irrigação que mataram a fome a muita gente, as pontes que ligaram vastos territórios, as doenças venéreas, o planeamento urbanístico e higiénico, a miscigenação étnica, a veneração da riqueza e dos bens materiais, mais uma vez a subjugação e escravatura, tudo "seguia atrás" da Legião Romana! Alguns dos casos poder-se-iam aplicar quase literalmente aos Exércitos Napoleónicos, mas juntando-lhe que estes também traziam consigo, e finalmente, uma ideologia de libertação do indivíduo face ao Estado, a si próprio e à religião! (Bem como a destruição, as violações, profanações e os mais variados desrespeitos pelos direitos dos cidadãos saídos da Revolução Francesa (ou não, tendo em conta a visão francocêntrica dos mesmos).

Não querendo ser moralista, mas admitindo que o serei, não consigo deixar de fazer uma analogia com a actual tentativa de imposição dos valores ocidentais enquanto depositários da verdade suprema aos "outros" que não "nós", Ocidentais, tal como o fez, do alto da sua razão, a França napoleónica. Os libertadores republicanos do passado têm demasiadas semelhanças com os nation-builders americanos de hoje. E eu não consigo deixar de demonstrar o meu repúdio por todos os actos de subjugação e até de ingerência infundada nos assuntos internos de Estados que, por vezes, culminam até em invasões à velha moda do século XIV ou do tempo de Júlio César: Vem-se, vê-se e "vai-se vencendo" à custa de muitas mortes de inocentes e do reatamento de ódios étnicos, religiosos e outras instabilidades regionais e/ou tendencialmente globais.

Como se pode ver, também a história da Civilização Ocidental é feita de avanços e recuos e o nosso avanço civilizacional apresenta-se, em vários aspectos, muito reduzido. A ignorância, para mim, um indicador do grau de civilização (ou falta dela), não se apresenta apenas do lado dos países do terceiro mundo, pouco escolarizados e facilmente manipuláveis pelas elites (maneira piedosamente etnocêntrica usada por alguns Ocidentais para definir os povos islâmicos), porque é fácil reconhecer a ignorância, tanto de quem publicou vezes sem conta os cartoons, como dos altos representantes de uma nação que vêm provocar mais ódios e revolta em grupos de pessoas que são, por sua vez, instrumentalizadas, na sua ignorância, pelos mais diversos lobbys religiosos, (para-)militares ou governamentais, com fins pouco ou nada relacionados com a religião ou valores morais, mas sim com ânsias de coesão e apoio internos ou de ascensão na hierarquia da sociedade internacional.


Acima de tudo, é preciso ter bom senso e olhar mais para nós próprios antes de criticar as debilidades dos "outros". Mais do que um "choque de civilizações", aquilo a que o mundo assiste nos dias de hoje é a um "choque de ignorâncias" definido pelo Príncipe Aga Khan no discurso proferido aquando da sua visita a Portugal em 20 de Dezembro do ano passado, como o desconhecimento de parte a parte, o preconceito, a generalização abusiva do "nós" e do "eles", do "bem" e do "mal". No dia em que pensarmos em parar de olhar unicamente para o nosso umbigo talvez tenhamos tempo para nos abrirmos aos "outros", de igual para igual. E mais, no dia em que nos tratarmos entre nós (ocidentais) de igual para igual, talvez haja espaço para nos relacionarmos com os "outros" (sejam estes representados por uma civilização, um país, região, religião ou pura e simplesmente um indivíduo da espécie humana) encarando-os como parte integrante de um todo, a Humanidade, uma só raça habitando um só planeta, pequeno para um Universo tão grande!

quarta-feira, 1 de março de 2006

Pelo Entrudo

Cardadores de Vale de Ílhavo



Uma das várias figuras "demoníacas" do folclore pagão português. Os cardadores saem à rua no Entrudo, calcorreando as ruas de Vale de Ílhavo, cardando as meninas casadoiras, numa explosão de cor, som, cheiro e de caos total. Um susto divino! Onde a divindade não é Deus mas o seu oposto. A religião católica decidiu chamar-lhe diabo. Eu chamo-lhe força da natureza, energia incontrolável, imprevisível mas purificadora.

Vejam neste site as várias figuras semelhantes existentes em várias localidades portuguesas e, conhecendo as vossa tradições, conheçam-se melhor a vós próprios. Vale a pena!